Tripoli consegue a instalação de radar eletrônico para proteger índios e animais da aldeia do Jaraguá
Finalmente, a Secretaria Municipal dos Transportes dá início às obras de sinalização da via visando a instalação de um radar eletrônico fixo (lombada eletrônica) na Estrada Turística do Jaraguá, no trecho que passa pela aldeia indígena, onde vivem 200 índios e cerca de 300 cães e gatos. A obra será realizada graças e emenda no orçamento feita pelo vereador Roberto Tripoli (PV), que luta há dois anos para concretizar essa antiga reivindicação dos protetores de animais que atuam na aldeia.
Na área muitos índios, principalmente crianças, e cães vem sendo atropelados pois veículos trafegam em alta velocidade. Desde que o vereador tomou conhecimento da situação, iniciou gestões para conseguir junto à CET o controle de velocidade na Estrada do Jaraguá, mas os técnicos impuseram uma série de restrições para instalar o equipamento.
O parlamentar insistiu e chegou a destinar verba no orçamento municipal para a implantação do radar eletrônico, desde 2010. E desde então Tripoli continuou fazendo gestões junto às autoridades da Secretaria dos Transportes, responsáveis pela concretização da obra. O projeto exigiu vários estudos no local, o que também retardou a implantação. Conforme a Secretaria dos Transportes garantiu essa semana ao vereador Tripoli, até o final de março os serviços de instalação devem estar concluídos.
http://www.robertotripoli.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=232:tripoli-consegue-a-instalacao-de-radar-eletronico-para-proteger-indios-e-animais-da-aldeia-do-jaragua&catid=1:animais-noticias
Câmara Municipal de São Paulo - Gabinete do Vereador Roberto Tripoli - Viaduto Jacarei, 100 - Sala 705 - Fone: 11 3396-4522
contato@robertotripoli.com.br
"Quem não compreende um olhar, tão pouco compreenderá uma longa explicação". "O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons. (M.L.King)
segunda-feira, 26 de março de 2012
Djedjokó
http://folhadolitoralnorte.net/aldeia-rio-silveira-em-boraceia-perde-o-lider-do-povo-tupi-guarani-o-cacique-e-paje-djedjoko-samuel-bento/
Aldeia Rio Silveira em Boracéia, perde o líder do povo tupi-guarani – o cacique e pajé Djedjokó (Samuel Bento)
Posted by Carlos Valimon 8 de março de 2012in Notícias|0 Comment
Na memória: Cacique e Pajé Samuel Bento Awa Djedjokó, da aldeia Rio Silveira, em Boracéia (Foto: Carlos Valim / 1988)
O prefeito de Bertioga recebeu, emocionado, a notícia da morte do cacique e pajé Samuel Bento Awa Djedjokó, da aldeia Rio Silveira, em Boracéia, uma das principais lideranças do povo tupi-guarani em São Paulo. Djedjokó morreu na noite do dia 09, no estado de Santa Catarina, onde estava a passeio, vítima de uma Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ele foi sepultado, no ancestral cemitério indígena próximo ao Rio Silveira
Lamentando a grande perda, o prefeito ressaltou o empenho e a luta constante de Djedjokó pela preservação e fortalecimento da cultura e identidade do povo indígena tupi-guarani ao longo dos seus 74 anos de vida, lembrando que no seu primeiro mandato, logo após a emancipação de Bertioga, Djedjokó esteve ao seu lado empenhado na luta para que os índios da Aldeia Rio Silveira fossem reconhecidos como cidadãos e que pudessem obter sua Carteira de Identidade (RG).
O filho do cacique, Carlos Papa Mirim Poty lembra que, na ocasião, Djedjokó se dedicou a essa luta e foi até Brasília reivindicar esse direito a 62 pessoas da aldeia, e provar para os órgãos federais que aquela era uma comunidade indígena. “Sem sucesso, meu pai recorreu ao então prefeito, que na época nos ajudou nessa conquista. Fomos os primeiros índios do País a ter o RG”.
Papa lembra emocionado da luta do pai pela identidade cultural de seu povo e agradece à Prefeitura pelo apoio as suas reivindicações. Entre elas está a criação do Centro Cultural Indígena, que será construído próximo à aldeia e que a comunidade solicita que leve o nome de Awa Djedjokó. A iniciativa tem todo apoio do prefeito, que entende ser essa uma justa homenagem àquele que dedicou anos de sua vida lutando pelo seu povo.
Papá Mirim Poty, como é chamado por seu povo, um dos filhos de Dejdjokó, fez o seguinte depoimento, no qual transmite a beleza e a lucidez da visão de mundo que aprendeu com seu pai:
“Força! Viva Tupi-Guarani! Assim a gente vai sobrevivendo. Não importa o que acontecer. Nós estamos aqui sempre e forte. Nós acreditamos que um dia de felicidade, um dia sem dor, virá. E nós, seres humanos, estamos aqui para presenciar todas as coisas que vierem. E mesmo assim nós temos que ter força e coragem para poder encarar o nosso mundo. Então, povo, você que é povo, vamos lutar! Pelo mesmo ideal. Pela mesma liberdade. Pelos nossos direitos. Respeitem-nos, e assim nós respeitamos vocês.
Nós demos todo o mundo. Oferecemos o melhor. Quando os portugueses chegaram, a gente teve hospitalidade, oferecemos hospitalidade. Maior carinho. É isso que a gente queria. Queremos o respeito. E assim, respeitaremos vocês. Em nome do Awa Djedjokó, que é meu pai e não esta mais aqui entre nós.
Meu pai descanse em paz. Hoje você está no outro mundo. No mundo que Ñanderu preparou para você. Com certeza vai dar força para nos todos, e vai estar sempre junto da gente, lutando com os mesmos ideais. Embora haja dor e sofrimento a luta continua! E seguiremos caminhando, sonhando e acreditando que é possível mudar!!!
Assim é nossa Filosofia!
Assim é nosso modo de ser!
Assim aprendi com meu pai, grande Awá Djedjokó!
E assim seguirei rezando, cantando e me comunicando com Tupã e os seres sagrados da floresta, em busca de equilíbrio com todas as formas de vida, com todos os irmãos e irmãs dessa Terra, independente de sua raça, cor, pensamento…
Assim foi ensinado por Ñanderu e Ñandexy desde os princípios…
E assim me ensinou meu Pai!
“E a ti agradeço e sigo suas pegadas…”
Fotos: Carlos Valim (Arquivo da Folha do Litoral Norte do dia 21 de abril de 1988)
Nota da redação:
Carlos Valim, presidente (voluntario) do Movimento da Cidadania e diretor de redação (voluntario) do Jornal Folha do Litoral Norte, relembra momentos felizes junto com o Cacique e Pagé, Samuel, Carlos e todos os amigos da comunidade do Rio Silveira na festa do Dia do Índio de 1988 em Boracéia.
Carlos Valim
Comentário:
Paulo Marques Viana
25/12/2011 at 11:24
Lamentável… Tive o privilégio de conhecê-lo pessoalmente. Foi um lutador e um valoroso conquistador dos direitos dos Guaranis. Graças a seus esforços, divididos com irmãos de raça a Aldeia do Rio Silveira não se acabou. São 8.500 hectares conquistados. Seu exemplo deverá ser seguido
por todos nós.
Aldeia Rio Silveira em Boracéia, perde o líder do povo tupi-guarani – o cacique e pajé Djedjokó (Samuel Bento)
Posted by Carlos Valimon 8 de março de 2012in Notícias|0 Comment
Na memória: Cacique e Pajé Samuel Bento Awa Djedjokó, da aldeia Rio Silveira, em Boracéia (Foto: Carlos Valim / 1988)
O prefeito de Bertioga recebeu, emocionado, a notícia da morte do cacique e pajé Samuel Bento Awa Djedjokó, da aldeia Rio Silveira, em Boracéia, uma das principais lideranças do povo tupi-guarani em São Paulo. Djedjokó morreu na noite do dia 09, no estado de Santa Catarina, onde estava a passeio, vítima de uma Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ele foi sepultado, no ancestral cemitério indígena próximo ao Rio Silveira
Lamentando a grande perda, o prefeito ressaltou o empenho e a luta constante de Djedjokó pela preservação e fortalecimento da cultura e identidade do povo indígena tupi-guarani ao longo dos seus 74 anos de vida, lembrando que no seu primeiro mandato, logo após a emancipação de Bertioga, Djedjokó esteve ao seu lado empenhado na luta para que os índios da Aldeia Rio Silveira fossem reconhecidos como cidadãos e que pudessem obter sua Carteira de Identidade (RG).
O filho do cacique, Carlos Papa Mirim Poty lembra que, na ocasião, Djedjokó se dedicou a essa luta e foi até Brasília reivindicar esse direito a 62 pessoas da aldeia, e provar para os órgãos federais que aquela era uma comunidade indígena. “Sem sucesso, meu pai recorreu ao então prefeito, que na época nos ajudou nessa conquista. Fomos os primeiros índios do País a ter o RG”.
Papa lembra emocionado da luta do pai pela identidade cultural de seu povo e agradece à Prefeitura pelo apoio as suas reivindicações. Entre elas está a criação do Centro Cultural Indígena, que será construído próximo à aldeia e que a comunidade solicita que leve o nome de Awa Djedjokó. A iniciativa tem todo apoio do prefeito, que entende ser essa uma justa homenagem àquele que dedicou anos de sua vida lutando pelo seu povo.
Papá Mirim Poty, como é chamado por seu povo, um dos filhos de Dejdjokó, fez o seguinte depoimento, no qual transmite a beleza e a lucidez da visão de mundo que aprendeu com seu pai:
“Força! Viva Tupi-Guarani! Assim a gente vai sobrevivendo. Não importa o que acontecer. Nós estamos aqui sempre e forte. Nós acreditamos que um dia de felicidade, um dia sem dor, virá. E nós, seres humanos, estamos aqui para presenciar todas as coisas que vierem. E mesmo assim nós temos que ter força e coragem para poder encarar o nosso mundo. Então, povo, você que é povo, vamos lutar! Pelo mesmo ideal. Pela mesma liberdade. Pelos nossos direitos. Respeitem-nos, e assim nós respeitamos vocês.
Nós demos todo o mundo. Oferecemos o melhor. Quando os portugueses chegaram, a gente teve hospitalidade, oferecemos hospitalidade. Maior carinho. É isso que a gente queria. Queremos o respeito. E assim, respeitaremos vocês. Em nome do Awa Djedjokó, que é meu pai e não esta mais aqui entre nós.
Meu pai descanse em paz. Hoje você está no outro mundo. No mundo que Ñanderu preparou para você. Com certeza vai dar força para nos todos, e vai estar sempre junto da gente, lutando com os mesmos ideais. Embora haja dor e sofrimento a luta continua! E seguiremos caminhando, sonhando e acreditando que é possível mudar!!!
Assim é nossa Filosofia!
Assim é nosso modo de ser!
Assim aprendi com meu pai, grande Awá Djedjokó!
E assim seguirei rezando, cantando e me comunicando com Tupã e os seres sagrados da floresta, em busca de equilíbrio com todas as formas de vida, com todos os irmãos e irmãs dessa Terra, independente de sua raça, cor, pensamento…
Assim foi ensinado por Ñanderu e Ñandexy desde os princípios…
E assim me ensinou meu Pai!
“E a ti agradeço e sigo suas pegadas…”
Fotos: Carlos Valim (Arquivo da Folha do Litoral Norte do dia 21 de abril de 1988)
Nota da redação:
Carlos Valim, presidente (voluntario) do Movimento da Cidadania e diretor de redação (voluntario) do Jornal Folha do Litoral Norte, relembra momentos felizes junto com o Cacique e Pagé, Samuel, Carlos e todos os amigos da comunidade do Rio Silveira na festa do Dia do Índio de 1988 em Boracéia.
Carlos Valim
Comentário:
Paulo Marques Viana
25/12/2011 at 11:24
Lamentável… Tive o privilégio de conhecê-lo pessoalmente. Foi um lutador e um valoroso conquistador dos direitos dos Guaranis. Graças a seus esforços, divididos com irmãos de raça a Aldeia do Rio Silveira não se acabou. São 8.500 hectares conquistados. Seu exemplo deverá ser seguido
por todos nós.
Doçura
"Doçura é a maestria dos sentidos. Olhos que vêem o fundo das coisas, ouvidos que escutam o coração das coisas, boca que fala a essência das coisas. Doçura é o resultado de uma longa jornada interior ao âmago da vida e a habilidade de lá descansar e assistir. O que é realmente doce nunca pode ser vítima do tempo, porque doçura é a qualidade da pessoa cuja vida tocou a eternidade". Brahma Kumaris
quinta-feira, 15 de março de 2012
07/03/2012 - 00h00
Jandira Augusta Venício (1934-2012) - A cacique guarani 'mãe de todos'
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ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
"Minha geração só se considera guarani por causa dela", diz a professora Poty Poran, 34, sobre a avó, a cacique Jandira Augusta Venício.
Kerexu, em seu nome indígena (significa "mãe de todos", em guarani), comandava a aldeia fundada por ela e o marido na década de 60: a Tekoá Ytu, no Jaraguá, zona norte da capital paulista, distante a 22 km da praça da Sé.
Natural de Itanhaém, Jandira viveu em sua aldeia, Rio Branco, até os 12 anos. No litoral, conheceu Joaquim Augusto Martim, índio que fora criado por uma família de alemães protestantes. Casaram-se e vieram para São Paulo.
Por um tempo, moraram em Cidade Dutra, na zona sul, até que foram convidados a ocupar uma área no Jaraguá.
Joaquim, cacique da aldeia, trabalhava como jardineiro. Por causa de sua criação, tornou-se evangélico.
Quando morreu, nos anos 90, Jandira construiu uma casa de rezas (opy) e proibiu a entrada dos evangélicos na Tekoá Ytu. Para preservar as tradições, falava guarani (além do português) e sempre levou os filhos para conhecer os rituais em outras aldeias.
Descrita como um mulher de personalidade forte, lutou para que a aldeia ganhasse uma escola (onde a neta leciona) e um posto de saúde.
Segundo os familiares, o lugar, pobre (e onde vivem 150 pessoas), ainda sofre com falta de saneamento básico.
Jandira dava muitas entrevistas, mas reclamava dos que pegavam suas informações e nunca mais voltavam.
Morreu no sábado, aos 78, após uma infecção pulmonar. Teve 13 filhos (oito estão vivos). O enterro foi no cemitério da aldeia Krukutu, em SP.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1058134-jandira-augusta-venicio-1934-2012---a-cacique-guarani-mae-de-todos.shtml
Jandira Augusta Venício (1934-2012) - A cacique guarani 'mãe de todos'
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ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
"Minha geração só se considera guarani por causa dela", diz a professora Poty Poran, 34, sobre a avó, a cacique Jandira Augusta Venício.
Kerexu, em seu nome indígena (significa "mãe de todos", em guarani), comandava a aldeia fundada por ela e o marido na década de 60: a Tekoá Ytu, no Jaraguá, zona norte da capital paulista, distante a 22 km da praça da Sé.
Natural de Itanhaém, Jandira viveu em sua aldeia, Rio Branco, até os 12 anos. No litoral, conheceu Joaquim Augusto Martim, índio que fora criado por uma família de alemães protestantes. Casaram-se e vieram para São Paulo.
Por um tempo, moraram em Cidade Dutra, na zona sul, até que foram convidados a ocupar uma área no Jaraguá.
Joaquim, cacique da aldeia, trabalhava como jardineiro. Por causa de sua criação, tornou-se evangélico.
Quando morreu, nos anos 90, Jandira construiu uma casa de rezas (opy) e proibiu a entrada dos evangélicos na Tekoá Ytu. Para preservar as tradições, falava guarani (além do português) e sempre levou os filhos para conhecer os rituais em outras aldeias.
Descrita como um mulher de personalidade forte, lutou para que a aldeia ganhasse uma escola (onde a neta leciona) e um posto de saúde.
Segundo os familiares, o lugar, pobre (e onde vivem 150 pessoas), ainda sofre com falta de saneamento básico.
Jandira dava muitas entrevistas, mas reclamava dos que pegavam suas informações e nunca mais voltavam.
Morreu no sábado, aos 78, após uma infecção pulmonar. Teve 13 filhos (oito estão vivos). O enterro foi no cemitério da aldeia Krukutu, em SP.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1058134-jandira-augusta-venicio-1934-2012---a-cacique-guarani-mae-de-todos.shtml
segunda-feira, 5 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Faleceu no dia 03/03, a Cacique Jandira da Reserva Indígena do Jaraguá que se encontrava internada, desde 05/01, no Hospital de Pirituba, vítima de 2 AVCs e outras complicações.
Em documentário dirigido por Rabetti, em dezembro/11, ela conta como se tornou cacique. Com a morte de seu marido, que era Cacique, e devido a pouca idade de seus filhos homens para substitui-lo, seu próprio marido, ainda em vida, demonstrou esse desejo. Sem outra alternativa ela resolveu aceitar, tornando-se, assim a primeira mulher cacique Guarani no Brasil. Vejam:
http://www.youtube.com/watch?v=zcHME3AE5No&feature=BFp&list=FLhsw3it2K5ftrorOKMYN71Q
Muitos sonhos ficaram sem realização, como a reconstrução da casa de reza que pegou fogo há 2 anos, a despoluição do córrego proveniente do Lago do Parque do Jaraguá, que ao cortar a reserva vai poluindo nascentes e provocando enchentes na época de chuvas, a cerca-viva demarcando a reserva e até a sinalização que tanto foi solicitada para a Estrada Turística, onde crianças e adultos já foram atropelados.
Seu falecimento coincide com a Semana da Mulher, fazemos essa homenagem a esta Grande Mulher Brasileira e Liderança da Zona Norte.
Manifestação de alguns amigos da Aldeia:
“Participei de algumas reportagens e manifesto demonstrando minha indignação pelo desprezo das autoridades em relação a este povo tão esquecido e humilhado. Eles só querem uma vida digna; são da paz, não exigem nada, esperam pacientemente um reconhecimento da sociedade. São simples, humildes. As crianças carinhosas, educadas. Temos muito que aprender com nossos irmãos; e a luta continua. A Cacique Jandira será minha inspiração" (Lucinéia Vieira – Voluntária Humanista/Cidadã Planetária)
“À Cacique Jandira: suas palavras e seu espírito ecoam igualmente por toda a eternidade e sua sabedoria toca os corações e espíritos. Neste momento, Ñanderu cuidará, e nós daqui orando e agradecendo por todos os passos que nos foram deixados, mostrando caminhos que ainda deveremos trilhar, todos, por UM NOVO AMANHECER! Uma Terra Sem Males, Yvy Marãey... (Liana Utinguassú – Presidente da OSCIP YVY KURAXO)
“Cacique Jandira - Grande Guerreira da Norte
Que descanse em paz, nossa Grande Guerreira da Norte. A Cacique Jandira tem todo o meu respeito e admiração, será sempre lembrada no Dia Internacional da Mulher. Que Deus conforte seus familiares e amigos. Muito obrigada”. (Vera Brasileiro – OPEN – Org.Psicopedagógica Equilíbrio Natural)
Em documentário dirigido por Rabetti, em dezembro/11, ela conta como se tornou cacique. Com a morte de seu marido, que era Cacique, e devido a pouca idade de seus filhos homens para substitui-lo, seu próprio marido, ainda em vida, demonstrou esse desejo. Sem outra alternativa ela resolveu aceitar, tornando-se, assim a primeira mulher cacique Guarani no Brasil. Vejam:
http://www.youtube.com/watch?v=zcHME3AE5No&feature=BFp&list=FLhsw3it2K5ftrorOKMYN71Q
Muitos sonhos ficaram sem realização, como a reconstrução da casa de reza que pegou fogo há 2 anos, a despoluição do córrego proveniente do Lago do Parque do Jaraguá, que ao cortar a reserva vai poluindo nascentes e provocando enchentes na época de chuvas, a cerca-viva demarcando a reserva e até a sinalização que tanto foi solicitada para a Estrada Turística, onde crianças e adultos já foram atropelados.
Seu falecimento coincide com a Semana da Mulher, fazemos essa homenagem a esta Grande Mulher Brasileira e Liderança da Zona Norte.
Manifestação de alguns amigos da Aldeia:
“Participei de algumas reportagens e manifesto demonstrando minha indignação pelo desprezo das autoridades em relação a este povo tão esquecido e humilhado. Eles só querem uma vida digna; são da paz, não exigem nada, esperam pacientemente um reconhecimento da sociedade. São simples, humildes. As crianças carinhosas, educadas. Temos muito que aprender com nossos irmãos; e a luta continua. A Cacique Jandira será minha inspiração" (Lucinéia Vieira – Voluntária Humanista/Cidadã Planetária)
“À Cacique Jandira: suas palavras e seu espírito ecoam igualmente por toda a eternidade e sua sabedoria toca os corações e espíritos. Neste momento, Ñanderu cuidará, e nós daqui orando e agradecendo por todos os passos que nos foram deixados, mostrando caminhos que ainda deveremos trilhar, todos, por UM NOVO AMANHECER! Uma Terra Sem Males, Yvy Marãey... (Liana Utinguassú – Presidente da OSCIP YVY KURAXO)
“Cacique Jandira - Grande Guerreira da Norte
Que descanse em paz, nossa Grande Guerreira da Norte. A Cacique Jandira tem todo o meu respeito e admiração, será sempre lembrada no Dia Internacional da Mulher. Que Deus conforte seus familiares e amigos. Muito obrigada”. (Vera Brasileiro – OPEN – Org.Psicopedagógica Equilíbrio Natural)
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